ReciclaAuto 2026: novos caminhos para a reciclagem automotiva

O que acontece com um veículo quando ele chega ao fim da sua vida útil? Essa foi uma das questões que esteve no centro das discussões do ReciclaAuto 2026, evento pioneiro do setor de desmontagem e reciclagem automotiva no Brasil.

Durante dois dias, estivemos presentes no encontro, que reuniu profissionais, empresas e especialistas de todo o país para discutir reciclagem automotiva, economia circular, tecnologia, inovação e os novos caminhos da cadeia automotiva.

Para nós, participar do ReciclaAuto foi uma oportunidade de fortalecer conexões, trocar experiências e compartilhar nossa visão sobre o papel da reciclagem na construção de uma cadeia mais circular.

Nosso diretor Rafael Barros participou de um painel sobre o futuro da reciclagem automotiva.

Um dos destaques da nossa participação foi a presença do nosso diretor, Rafael Barros, em um painel sobre o futuro da reciclagem automotiva.

Em sua apresentação, Rafael abordou a relação entre o MOVER, a desmontagem e a reciclagem automotiva, destacando a importância de considerar também o fim de vida dentro do ciclo do veículo.

Nesse processo, desmontagem e reciclagem possuem funções complementares. Enquanto o desmontador recupera peças e componentes que ainda podem ser reutilizados, o reciclador atua na recuperação dos materiais que compõe o veículo.

Na Guarulhos, esse trabalho envolve etapas como descontaminação, trituração, separação e revalorização dos materiais, permitindo recuperar ferrosos, não ferrosos, plásticos e outras frações que podem retornar à indústria como matéria-prima.

Do fim de vida a um novo ciclo

Um veículo em fim de vida ainda carrega materiais que já foram extraídos da natureza, processados pela indústria e utilizados durante anos. Recuperá-los significa mantê-los em circulação e dar início a um novo ciclo.

Essa é a lógica da economia circular aplicada à reciclagem automotiva e uma das principais reflexões que levamos ao ReciclaAuto 2026.

Um veículo em fim de vida ainda carrega materiais que já foram extraídos da natureza e transformados pela indústria. Por isso, nos consideramos mineradores urbanos: em vez de buscar novos recursos na natureza, recuperamos aqueles que já estão presentes nas cidades e os transformamos novamente em matéria-prima. Dessa forma, contribuímos para manter os materiais em circulação, reduzir a necessidade de novas extrações e fortalecer a economia circular.